Pode parecer piroso e é. Mas também é uma homenagem a José Calvário ontem desaparecido. Dele também a mais conhecida «E depois do adeus...». Agora fica esta flor sem tempo, por Paulo de Carvalho (grande voz). O coro é todo um tratado e o video um magnífico documento sociológico. Deveria fazer parte da História da Televisão em Portugal.
1 comentário:
Vivi intensamente este momento.
Não é piroso.
É passado.
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