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sábado, 22 de janeiro de 2011

ABDICAÇÃO

Toma-me, ó noite eterna, nos teus braços
E chama-me teu filho.
Eu sou um rei
que voluntariamente abandonei
O meu trono de sonhos e cansaços.
Minha espada, pesada a braços lassos,
Em mão viris e calmas entreguei;
E meu cetro e coroa - eu os deixei
Na antecâmara, feitos em pedaços

Minha cota de malha, tão inútil,
Minhas esporas de um tinir tão fútil,
Deixei-as pela fria escadaria.

Despi a realeza, corpo e alma,
E regressei à noite antiga e calma
Como a paisagem ao morrer do dia.

quinta-feira, 26 de fevereiro de 2009

Para os mais esquecidos...

A proposta para amanhã é a seguinte:
Restaurante D. Castro.
R. do Bonjardim quase esquina com R. do Paraíso, perto da esquadra da polícia.