Toma-me, ó noite eterna, nos teus braços
E chama-me teu filho.
Eu sou um rei
que voluntariamente abandonei
O meu trono de sonhos e cansaços.
Minha espada, pesada a braços lassos,
Em mão viris e calmas entreguei;
E meu cetro e coroa - eu os deixei
Na antecâmara, feitos em pedaços
Minha cota de malha, tão inútil,
Minhas esporas de um tinir tão fútil,
Deixei-as pela fria escadaria.
Despi a realeza, corpo e alma,
E regressei à noite antiga e calma
Como a paisagem ao morrer do dia.
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sábado, 22 de janeiro de 2011
domingo, 26 de dezembro de 2010
segunda-feira, 11 de outubro de 2010
domingo, 24 de maio de 2009
Graças a Deus amanhã é segunda feira.
De volta ao trabalho.
quinta-feira, 26 de fevereiro de 2009
Para os mais esquecidos...
A proposta para amanhã é a seguinte:
Restaurante D. Castro.
R. do Bonjardim quase esquina com R. do Paraíso, perto da esquadra da polícia.
Restaurante D. Castro.
R. do Bonjardim quase esquina com R. do Paraíso, perto da esquadra da polícia.
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