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sábado, 12 de junho de 2010
segunda-feira, 7 de junho de 2010
quarta-feira, 28 de outubro de 2009
terça-feira, 8 de setembro de 2009
A SUPERESCOLA ou o retrato da escola portuguesa
Eis um copy/paste integral de uma mensagem que chegou à minha caixa-de-correio. Fica à vossa consideração:
Onde estão as melhores escolas do mundo?
Claro! Está certo! Em... Portugal
Ora vejamos com atenção o exemplo de uma vulgar turma do 7º ano de escolaridade, ou seja, ensino básico.
Ah, é verdade, ensino básico é para toda a gente, melhor dizendo, para os filhos de toda a gente! DISCIPLINAS/ÁREAS CURRICULARES NÃO DISCIPLINARES
1. Língua Portuguesa
2. História
3. Língua Estrangeira I - Inglês
4. Língua Estrangeira II - Francês
5. Matemática
6. Ciências Naturais
7. Físico-Químicas
8. Geografia
9. Educação Física
10. Educação Visual
11. Educação Tecnológica
12. Educação Moral R.C.
13. Estudo Acompanhado
14. Área Projecto
15. Formação Cívica
É ISSO - CONTARAM BEM - SÃO 15
Carga horária = 36 tempos lectivos
Não é o máximo ensinar isto tudo aos filhos de toda esta gente? De todo o Portugal?
Somos demais, mesmo bons!
MAS NÃO FICAMOS POR AQUI!!!!
A Escola ainda:
Integra alunos com diferentes tipologias e graus de deficiência, apesar dos professores não terem formação para isso;
Integra alunos com Necessidades Educativas de Carácter Prolongado de toda a espécie e feitio, apesar dos professores não terem formação para isso;
Não pode esquecer os outros alunos,'atestado-médico-excluídos' que também têm enormes dificuldades de aprendizagem;
Tem o dever de criar outras opções para superar dificuldades dos alunos,
como:
* Currículos Alternativos
* Percursos Escolares Próprios
* Percursos Curriculares Alternativos
* Cursos de Educação e Formação
MAS AINDA HÁ MAIS...
A escola ainda tem o dever de sensibilizar ou formar os alunos nos mais variados domínios:
* Educação sexual
* Prevenção rodoviária
* Promoção da saúde, higiene, boas práticas alimentares, etc.
* Preservação do meio ambiente
* Prevenção da toxicodependência
* Etc, etc...
"Peço desculpa por interromper, mas... em Portugal são todos órfãos?" (Possível interpelação do Ministro da Educação da Finlândia)
Só se encontra mesmo um único defeito: Os professores.
Uma cambada de selvagens e incompetentes, que não merecem o que ganham, trabalham poucas horas (Comparem com os alunos! Vá! Vá! Comparem!!!) Têm muitas férias, faltam muito, passam a vida a faltar ao respeito e a agredir os pobres dos alunos, coitados! Vejam bem que os professores chegam ao cúmulo de exigir aos alunos que tragam todos os dias o material para as aulas, que façam trabalhos de casa, que estejam atentos e calados na sala de aula, etc... e depois ainda ficam aborrecidos por os alunos lhes faltarem ao respeito! Olha que há cada uma!
COM FRANQUEZA!!!
Onde estão as melhores escolas do mundo?
Claro! Está certo! Em... Portugal
Ora vejamos com atenção o exemplo de uma vulgar turma do 7º ano de escolaridade, ou seja, ensino básico.
Ah, é verdade, ensino básico é para toda a gente, melhor dizendo, para os filhos de toda a gente! DISCIPLINAS/ÁREAS CURRICULARES NÃO DISCIPLINARES
1. Língua Portuguesa
2. História
3. Língua Estrangeira I - Inglês
4. Língua Estrangeira II - Francês
5. Matemática
6. Ciências Naturais
7. Físico-Químicas
8. Geografia
9. Educação Física
10. Educação Visual
11. Educação Tecnológica
12. Educação Moral R.C.
13. Estudo Acompanhado
14. Área Projecto
15. Formação Cívica
É ISSO - CONTARAM BEM - SÃO 15
Carga horária = 36 tempos lectivos
Não é o máximo ensinar isto tudo aos filhos de toda esta gente? De todo o Portugal?
Somos demais, mesmo bons!
MAS NÃO FICAMOS POR AQUI!!!!
A Escola ainda:
Integra alunos com diferentes tipologias e graus de deficiência, apesar dos professores não terem formação para isso;
Integra alunos com Necessidades Educativas de Carácter Prolongado de toda a espécie e feitio, apesar dos professores não terem formação para isso;
Não pode esquecer os outros alunos,'atestado-médico-excluídos' que também têm enormes dificuldades de aprendizagem;
Tem o dever de criar outras opções para superar dificuldades dos alunos,
como:
* Currículos Alternativos
* Percursos Escolares Próprios
* Percursos Curriculares Alternativos
* Cursos de Educação e Formação
MAS AINDA HÁ MAIS...
A escola ainda tem o dever de sensibilizar ou formar os alunos nos mais variados domínios:
* Educação sexual
* Prevenção rodoviária
* Promoção da saúde, higiene, boas práticas alimentares, etc.
* Preservação do meio ambiente
* Prevenção da toxicodependência
* Etc, etc...
"Peço desculpa por interromper, mas... em Portugal são todos órfãos?" (Possível interpelação do Ministro da Educação da Finlândia)
Só se encontra mesmo um único defeito: Os professores.
Uma cambada de selvagens e incompetentes, que não merecem o que ganham, trabalham poucas horas (Comparem com os alunos! Vá! Vá! Comparem!!!) Têm muitas férias, faltam muito, passam a vida a faltar ao respeito e a agredir os pobres dos alunos, coitados! Vejam bem que os professores chegam ao cúmulo de exigir aos alunos que tragam todos os dias o material para as aulas, que façam trabalhos de casa, que estejam atentos e calados na sala de aula, etc... e depois ainda ficam aborrecidos por os alunos lhes faltarem ao respeito! Olha que há cada uma!
COM FRANQUEZA!!!
terça-feira, 17 de março de 2009
Hiperactividade perigosa...

Vem mesmo a propósito do post do Tulius esta crónica de Carlos Fiolhais acerca de uma notícia do Público do último domingo:
O "Público" de domingo publicou. com a assinatura de José António Cerejo, uma desenvolvida notícia sobre o trabalho de levantamento e análise de diplomas legais de educação que o Ministério da Educação encomendou a João Pedroso e que este, pelos vistos, não realizou na íntegra (quase se limitou a fotocopiar o "Diário da República"), sendo obrigado a devolver parte do muito dinheiro recebido.
Esse esbanjar de dinheiros públicos decerto que me impressionou. Porém, o que mais me impressionou foi o tamanho da verborreia legislativa. Li:
"Particularmente volumoso, este índice [de diplomas legais sobre educação], em Excel, ultrapassa as 450 páginas, sendo que mais de dois terços se referem ao período já coberto pelo índice 1986-2007. No período 1820-1900 são listados 29 diplomas, enquanto entre 1900 e 1974 são enumerados perto de 500 e de 1974 a 1986 aparecem cerca de 900."
Tal deve querer dizer que no período 1986-2007 se publicaram cerca de 2860 diplomas legais sobre matérias educativas, cerca de dois terços do total desde 1820 até 2007. Parafraseando Einstein, há só duas coisas no Universo em expansão acelerada: o próprio Universo e a produção legislativa do Ministério da Educação. Mas quanto à primeira não há a certeza!
segunda-feira, 29 de setembro de 2008
Chega de objectivos!!!
Tanto quanto sei, a principal causa da crise financeira norte-americana esteve relacionada com crédito mal-parado sobretudo no sector imobiliário. Os gestores dos bancos (os tais especuladores!), pressionados por OBJECTIVOS DEMASIADO AMBICIOSOS, aliciaram as famílias a recorrer ao crédito fácil para compra de habitação. É claro que, com o aumento do desemprego, muitas dessas famílias (sobretudo os negros e os hispânicos) não puderam cumprir as suas obrigações. O resultado foi o que se viu.
Em Portugal, o governo dito socialista quer agora implementar o modelo neo-liberal (com a tão apreciada EFICÁCIA!..) na escola pública. Os professores, no contexto da avaliação da sua carreira vão ter que definir, no início de cada ano, os seus objectivos individuais. Estes, terão que incidir sobretudo na taxa de sucesso e na taxa de abandono escolar. "Este ano proponho que as minhas turmas tenham uma taxa de sucesso de 90%, e que a taxa de abandono seja inferior a 5%". Como é possível um professor, à partida, ter como meta a aprovação de 90% dos seus alunos? E os outros 10%? É claro que nem sempre é possível passar todos os alunos. Mas devemos partir desse pressuposto? Quanto a mim, um profissional que no início do ano tenha como objectivo a reprovação de 10% dos seus alunos devia ir "acartar tijolo e baldes de massa"!!! Não está a fazer nada na escola.
Os professores, completamente atarantados com tanta mudança, tanta novidade, perderam ó espírito crítico. Comem a palha que lhes aparece à frente (ou será que sou eu que estou a ficar maluco?).
Qual o resultado de tudo isto? Não me parece que venha a ser grande coisa... a não ser que o sistema mais uma vez "coma o modelo de cebolada" e fique tudo na mesma. Do mal, o menos!
Em Portugal, o governo dito socialista quer agora implementar o modelo neo-liberal (com a tão apreciada EFICÁCIA!..) na escola pública. Os professores, no contexto da avaliação da sua carreira vão ter que definir, no início de cada ano, os seus objectivos individuais. Estes, terão que incidir sobretudo na taxa de sucesso e na taxa de abandono escolar. "Este ano proponho que as minhas turmas tenham uma taxa de sucesso de 90%, e que a taxa de abandono seja inferior a 5%". Como é possível um professor, à partida, ter como meta a aprovação de 90% dos seus alunos? E os outros 10%? É claro que nem sempre é possível passar todos os alunos. Mas devemos partir desse pressuposto? Quanto a mim, um profissional que no início do ano tenha como objectivo a reprovação de 10% dos seus alunos devia ir "acartar tijolo e baldes de massa"!!! Não está a fazer nada na escola.
Os professores, completamente atarantados com tanta mudança, tanta novidade, perderam ó espírito crítico. Comem a palha que lhes aparece à frente (ou será que sou eu que estou a ficar maluco?).
Qual o resultado de tudo isto? Não me parece que venha a ser grande coisa... a não ser que o sistema mais uma vez "coma o modelo de cebolada" e fique tudo na mesma. Do mal, o menos!
quinta-feira, 17 de julho de 2008
segunda-feira, 14 de julho de 2008
Mais uma "cavalada" do Ministério da Educação
Há cerca de uma hora atrás o Ministério da Educação enviou um e-mail para os professores com uma informação da DGRHE.
Até aqui tudo bem… (deve fazer parte do “plano tecnológico”…) não fosse o facto de muitas centenas de endereços estarem visíveis em todos os e-mails.
Ora qualquer utilizador (básico!) de correio electrónico sabe que é do mais elementar bom senso, colocar os diversos endereços em “Bcc” ou “Cco” para que cada um dos destinatários não tenha acesso aos endereços dos outros; além de ser uma norma básica de respeito pela privacidade do destinatário, é uma forma de evitar que os spammers se apropriem dessas preciosas bases de dados de endereços que têm imenso valor no submundo cibernético. Não o fazer é o primeiro passo para termos as caixas de e-mail inundadas de spam.
Confesso que fico furibundo quando um qualquer amigo, incauto, me envia mensagens sem ter o cuidado que referi. Mas vindo do Ministério da Educação… é a vergonha das vergonhas!..
Aposto que amanhã vamos ter os telejornais a “malhar” em alguém… e vão rolar cabeças!.. ai isso vão…
Até aqui tudo bem… (deve fazer parte do “plano tecnológico”…) não fosse o facto de muitas centenas de endereços estarem visíveis em todos os e-mails.
Ora qualquer utilizador (básico!) de correio electrónico sabe que é do mais elementar bom senso, colocar os diversos endereços em “Bcc” ou “Cco” para que cada um dos destinatários não tenha acesso aos endereços dos outros; além de ser uma norma básica de respeito pela privacidade do destinatário, é uma forma de evitar que os spammers se apropriem dessas preciosas bases de dados de endereços que têm imenso valor no submundo cibernético. Não o fazer é o primeiro passo para termos as caixas de e-mail inundadas de spam.
Confesso que fico furibundo quando um qualquer amigo, incauto, me envia mensagens sem ter o cuidado que referi. Mas vindo do Ministério da Educação… é a vergonha das vergonhas!..
Aposto que amanhã vamos ter os telejornais a “malhar” em alguém… e vão rolar cabeças!.. ai isso vão…
terça-feira, 8 de julho de 2008
Acerca do tão badalado PISA...
O PISA (Programme for International Student Assessment) é um programa internacional de avaliação comparada, cuja principal finalidade é produzir indicadores sobre a efectividade dos sistemas educacionais.
Este programa é desenvolvido e coordenado internacionalmente pela OCDE . As avaliações do PISA acontecem a cada três anos, com ênfases distintas em três áreas: Leitura, Matemática e Ciências.
Em termos gerais, o nosso país ocupou, em 2006, o 37.º lugar. A tabela foi liderada pela Finlândia. Abaixo de Portugal ficaram, entre outros, Grécia, Bulgária, Turquia, Roménia, Argentina ou Brasil.
Pode-se imaginar a quantidade de inferências e leituras (simplistas) feitas com base nos resultados!.. Na maior parte dos casos, foram abusivas e pouco fundamentadas.
Miguel Ángel Santos Guerra (catedrático de Didáctica e Organização Escolar na Universidade de Málaga) refere a este propósito: "Ante algunos efectos producidos por los resultados del Informe PISA (2006), se diría que el acróstico con el que se conoce el famoso informe de la OCDE sobre el aprendizaje de los escolares de quince años corresponde a la tercera persona del singular del presente de indicativo o al modo imperativo del verbo PISAR. Yo piso, tú pisas, él PISA (...) ¿Para qué sirve, realmente? Pues muy sencillo (y ya sé que ésta es una simplificación abusiva): para que los que están arriba pisen a los que están en el medio y los que están en el medio a los que están debajo".
As mudanças, no contexto da educação, são lentas. Não podemos esperar ter o nosso país no topo da tabela quando impera o analfabetismo e a iliteracia (passe o eduquês) numa percentagem significativa da população portuguesa.
Curioso seria pôr os pais dos alunos a responder aos testes! Poder-se-ia ter uma ideia mais realista acerca da (má)preparação muitos daqueles que criticam, hoje, a escola pública e o sistema educativo.
Este programa é desenvolvido e coordenado internacionalmente pela OCDE . As avaliações do PISA acontecem a cada três anos, com ênfases distintas em três áreas: Leitura, Matemática e Ciências.
Em termos gerais, o nosso país ocupou, em 2006, o 37.º lugar. A tabela foi liderada pela Finlândia. Abaixo de Portugal ficaram, entre outros, Grécia, Bulgária, Turquia, Roménia, Argentina ou Brasil.
Pode-se imaginar a quantidade de inferências e leituras (simplistas) feitas com base nos resultados!.. Na maior parte dos casos, foram abusivas e pouco fundamentadas.
Miguel Ángel Santos Guerra (catedrático de Didáctica e Organização Escolar na Universidade de Málaga) refere a este propósito: "Ante algunos efectos producidos por los resultados del Informe PISA (2006), se diría que el acróstico con el que se conoce el famoso informe de la OCDE sobre el aprendizaje de los escolares de quince años corresponde a la tercera persona del singular del presente de indicativo o al modo imperativo del verbo PISAR. Yo piso, tú pisas, él PISA (...) ¿Para qué sirve, realmente? Pues muy sencillo (y ya sé que ésta es una simplificación abusiva): para que los que están arriba pisen a los que están en el medio y los que están en el medio a los que están debajo".
As mudanças, no contexto da educação, são lentas. Não podemos esperar ter o nosso país no topo da tabela quando impera o analfabetismo e a iliteracia (passe o eduquês) numa percentagem significativa da população portuguesa.
Curioso seria pôr os pais dos alunos a responder aos testes! Poder-se-ia ter uma ideia mais realista acerca da (má)preparação muitos daqueles que criticam, hoje, a escola pública e o sistema educativo.
terça-feira, 1 de julho de 2008
Pelos meandros do eduquês...
Pelos meandros do eduquês, é uma rubrica que hoje inicio e que infelizmente daria crónicas suficientes para, por si só, alimentar o blogue.
O primeiro tema "fusão dos 1º e 2º ciclos" poderá vir a ser porventura um dos maiores atentados jamais infligidos à educação em Portugal. A proposta é da responsabilidade do Conselho Nacional de Educação (19.05.2008 - 17h17, Lusa). Ainda não teve total adesão por parte do Ministério da Educação que, no entanto, e de uma forma silenciosa, ordenou às Escolas Superiores de Educação que iniciassem a formação de futuros professores tendo em conta esta perspectiva.
Qual o cerne desta ideia peregrina? A fim de evitar possíveis traumas às criancinhas, quando passam de um regime de monodocência para uma situação em que têm de enfrentar N professores (leia-se feras indomáveis...), propõe-se que o 2º Ciclo passe também a um regime de monodocência coadjuvado (traduzindo para Português: terão um professor que leccionará as várias disciplinas e mais um ou dois professores que darão apoio em áreas especializadas como Ed. Física ou Ed. Musical). Isto é infantilizar o ensino em Portugal. Inevitavelmente, os futuros alunos terão uma formação académica mais frágil pois, mesmo que os professores se empenhem ao máximo nas suas aulas, não têm formação científica suficiente (nem vocação...) para preparar convenientemente os seus alunos e para estimular os seus interesses e o desejo de quererem saber mais.
Dar aulas não se pode resumir ao simples acto de despejar conteúdos listados nos programas oficiais. É fundamental proporcionar a curiosidade, satisfazer as dúvidas que normalmente surgem em catadupa nestas idades tão ávidas de saber. Para tal, os professores devem transmitir aos seus alunos o entusiasmo por aquilo que leccionam. Devem, também, agarrar as oportunidades que vão surgindo nas aulas para lhes fornecer conhecimentos e competências (passe o eduquês) que vão muito para além daquilo que está previsto nos currículos.
Ao contrário do que é proposto dever-se-ia, na minha opinião, caminhar em sentido contrário: não um, mas vários professores no 1º Ciclo.
Tudo isto causa-me uma enorme revolta. Os portugueses desconhecem completamente esta verdadeira conspiração que se vai preparando na sombra. É altura de nos insurgirmos e de comentarmos esta situação com os nossos amigos. Aproveitemos estes novos canais de comunicação para expressarmos a nossa total reprovação em relação a mais uma "reforma" nascida do eduquês!
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