Última estrela a desaparecer antes do dia,
Pouso no teu trêmulo azular branco os meus olhos calmos,
E vejo-te independentemente de mim;
Alegre pelo critério (?) que tenho em Poder ver-te
Sem "estado de alma" nenhum, sonho ver-te.
A tua beleza para mim está em existires
A tua grandeza está em existires inteiramente fora de mim.
Alberto Caeiro
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sexta-feira, 31 de dezembro de 2010
sábado, 8 de maio de 2010
Canoas do Tejo
Este bonito tema, interpretado pelo Carlos do Carmo, veio no lote de vinil que referi no anterior post.
Não interessará a ninguém, que não a mim, saber que, sempre que ouço este fado, vêem-me as lágrimas aos olhos.
Saudades do tempo de estudante em Lisboa?
Não interessará a ninguém, que não a mim, saber que, sempre que ouço este fado, vêem-me as lágrimas aos olhos.
Saudades do tempo de estudante em Lisboa?
domingo, 19 de julho de 2009
Fico sempre bem disposto quando...
...ouço ao longe uma filarmónica que se aproxima.
Toquem bem ou mal - se possível bem - é sempre uma alegria.
Lembra-me sempre o meu avô materno, que fazia parte da banda "Alba". O meu avô paterno também tocou, mas já não foi no meu tempo. Contudo guardo religiosamente uma foto velhinha, já sépia, onde ele está com a banda (com contra-baixo e tudo!).
E os corêtos (escreve-se assim?) no meio das praças...
Em muitos lugares, estas bandas eram pequenos oásis no deserto musical e sociocultural.
Para muito boa gente, era o único meio de aprenderem música, mesmo que por vezes algo rudimentar.
Para além disso, valia pela alegria, pelo convívio.
Salvo erro, foi com o Óscar, ou com o primo dele que, numas férias em Caminha, ouvimos uma boa versão de um excerto da "1812". Há (Ah) que tempos!
Seguem-se dois youtubinhos fraquitos mas alegres:
Toquem bem ou mal - se possível bem - é sempre uma alegria.
Lembra-me sempre o meu avô materno, que fazia parte da banda "Alba". O meu avô paterno também tocou, mas já não foi no meu tempo. Contudo guardo religiosamente uma foto velhinha, já sépia, onde ele está com a banda (com contra-baixo e tudo!).
E os corêtos (escreve-se assim?) no meio das praças...
Em muitos lugares, estas bandas eram pequenos oásis no deserto musical e sociocultural.
Para muito boa gente, era o único meio de aprenderem música, mesmo que por vezes algo rudimentar.
Para além disso, valia pela alegria, pelo convívio.
Salvo erro, foi com o Óscar, ou com o primo dele que, numas férias em Caminha, ouvimos uma boa versão de um excerto da "1812". Há (Ah) que tempos!
Seguem-se dois youtubinhos fraquitos mas alegres:
sábado, 7 de fevereiro de 2009
Uma questão de hábito...
Um tipo habitua-se a tudo. Já estou com saudade da chuva...
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