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sábado, 18 de junho de 2011

Gosto disto! #2


Simples e eficiente. Podíamos fazer vinte destes vídeos todos eles diferentes que o seu resultado seria sempre bom.
Para quem gosta e não vive sem aquele pormenor daquela imagem, que não sabemos porquê mas faz-nos sentir bem e ligados a não sei o quê, este tipo de vídeos é como a abelha no mel.
Também para os Monamis cinéfilos que gostam de recordar aquele filme em particular onde muitas vezes uma boa impressão começa com uma boa apresentação, este vídeo é para eles.

sexta-feira, 24 de setembro de 2010

Shintaro Nakaoka



Shintaro Nakaoka
Nasce em 1957 em Ogaki, Província de Gifu, Japão. Expõe desde 1985 em mostras individuais e colectivas, essencialmente no Japão e Portugal (CCSL Out. 2005). Em 1997, artista delegado do Ministério da Cultura do Japão em Portugal. Participa em numerosos simpósios e é galardoado de prémios importantes (2004,1º Prémio competição Sakura, em Akita). Vive e trabalha em Ogaki, Japão.

O Centro Cultural de S.Lourenço em Almancil, Algarve é sem dúvida a minha galeria preferida. Uma escolha de artistas muito apurada, dos quais destaco; Shintaro Nakaoka, A.R.Penck, Juan Martinez, Alfredo Revuelta, José de Guimarães, Carlos Barão e Antoni Tàpies entre 3 dezenas de outros excelentes artistas.(1/3 deles portugueses)
Estive no ultimo fim de semana em Miguel Bombarda, na minha cidade. Gostei imenso do ambiente ...

sexta-feira, 17 de setembro de 2010

É já amanhã!



A inauguração simultânea de exposições nas Galerias da Rua Miguel Bombarda é a prova de que, apesar do poder que (des)governa a cidade há um par de anos, o Porto está bem vivo.
Para além das exposições, há sempre muita animação, surpresas e a garantia de uma tarde de sábado muito bem passada. É a partir das 16 horas, não faltem!

Subway Life - António Jorge Gonçalves


"Subway Life" reúne uma selecção feita a partir de três mil desenhos feitos em 10 cidades e é a última paragem de um projecto de vários anos. António Jorge Gonçalves quis dar a volta ao mundo assim: sentando-se no metro e desenhando a primeira pessoa que se sentasse à sua frente.

"A primeira pessoa podia ser um homem quase gigante, quase violento, que quase lhe destrói o caderno em Moscovo. Ou podia ser, na mesma cidade, uma artista que lhe estende um cartão convidando-o para uma exposição. Podia ser uma estudante de Atenas que se acha feia no desenho ou um homem de bigode em São Paulo que se acha pouco parecido e reclama outro retrato. A pessoa em frente podia ser um executivo que segura um caroço de maçã na mão, desconfortável, sem saber o que fazer com ele, mas a todo o custo mantendo a seriedade sueca. Podia ser um londrino com tubos de esferográfica no cabelo ou, em Tóquio, uma mulher que se desleixa e mostra as cuecas. O desenho - imediato, espontâneo, rápido, da primeira pessoa à sua frente - podia supreendê-lo, deixá-lo boquiaberto, como quando olhou para uma mãe-canguru, a imagem final de uma mulher muçulmana em Nova Iorque que durante a viagem de metro e durante o desenho, cobriu o filho que levava ao colo com as suas vestes."
(Ípsilon, 16/9/2010)



Sítio do autor aqui

sexta-feira, 7 de maio de 2010

Tim Burton

Hoje, abro-vos a porta a uma visita na galeria virtual de Tim Burton. Apreciem não só a obra, mas sobretudo o site. Magnífico!

quinta-feira, 6 de maio de 2010

Ângelo Ribeiro, o escultor

Monumento aos trabalhadores têxteis (Seia)


Caminhantes no plano


Horizontes de partilha


Algas do meu mar

O que diferencia um artista famoso de todos os outros que nunca chegam a sair do anonimato? Aparentemente a resposta é simples: a qualidade. No entanto a realidade não é assim tão linear...

Quais serão então os parâmetros que definem a qualidade de uma obra artística? A técnica? A criatividade e a inovação? A estética, ou o conceito que fundamenta a obra artística? É evidente que este é um mundo de relatividade absoluta onde, como reflectia num post anterior, talvez somente o tempo se encarregue de seriar aquilo que é bom da mediocridade muitas vezes ostentatória de muitas das obras produzidas.
Para um artista ver reconhecido o seu trabalho precisa, para além da qualidade, do factor sorte e de bons padrinhos que assegurem a sua visibilidade.

Ângelo Ribeiro é um amigo escultor que, para além da sua excepcional capacidade de ensinar, possui uma vasta obra de que, na minha modesta opinião, se pode francamente orgulhar. É porventura um daqueles talentos que irão passar mais ou menos despercebidos num panorama artístico francamente competitivo, injusto e arbitrário.

Ver mais aqui e aqui.

sexta-feira, 19 de março de 2010

Mrzyk & Moriceau

Petra Mrzyk, de origem alemã, e o francês Jean-François Moriceau, são companheiros na vida e na arte. Dedicam-se, desde 1998, ao desenho mural, em suporte de papel, e ao vídeo de animação. Os seus desenhos, a negro, caracterizam-se por linhas simples e precisas. Sobressai da sua obra um espírito lúdico, de humor e poesia, influenciado pelo surrealismo e pela banda desenhada d'avant-garde.
Um must (na minha modesta opinião)!

Record Makers Promo from CreativeApplications.Net on Vimeo.





Mais aqui.

quinta-feira, 4 de março de 2010

Os caminhos tortuosos da arte

Vindo de um mergulho recente na arte renascentista, ou relembrando por exemplo a extraodinária explosão de criatividade que percorreu todo o início do séc. XX, não posso deixar de me questionar sobre os caminhos que a arte tomou nestas últimas décadas. Terá esta chegado a um beco sem saída?

O Rapto de Sabina (Giambologna, 1582)



Pintura sem título (Amadeo de Souza Cardoso, 1917)

Exposição recente exibida numa galeria na Holanda intitulada "O Olho do Cú" (2005)

sábado, 6 de fevereiro de 2010

Estado da Nação


Numa das minhas últimas viagens pela Web tropecei no Córtex Frontal, um blogue recente - e bastante interessante -, da responsabilidade de Medeiros Ferreira e Joana Amaral Dias. O post "A Bandeira como aviso" chamou-me particularmente à atenção:

"Ontem (...) foi inaugurada uma exposição que marcou o início das celebrações do centenário da República. Impressionou-me particularmente um quadro de Nikias Skapinakis tendo como tema as cores da bandeira nacional (...) parece-me que a pintura contém um aviso ao poder (...) no sentido de que o negrume pode tapar o sol ainda de esperança e extinguir não só a liberdade, mas a identidade dos portugueses".

Ver tudo aqui

domingo, 3 de janeiro de 2010

Munch: Madonna


Aqui fica um dos meus quadros preferidos em jeito de desintoxicação musical (da vasta lista de tubes que por aqui pululam actualmente!..) e também porque sabe sempre encontrar um bela imagem quando se entra num blogue.

quinta-feira, 10 de dezembro de 2009

Prémio para designer português


Capa da "New Yorker", de Jorge Colombo, foi eleita a segunda melhor capa do universo das publicações americanas do ano de 2009. O designer português usou como ferramenta apenas o seu IPhone e a aplicação “Brushes” que permite pintar com os dedos no ecrã táctil.

Ver mais aqui

quinta-feira, 8 de outubro de 2009

Catcerto

Já que o tempo não é muito, e ninguém tem publicado, deixo-vos um fantástico vídeo que o meu amigo Jorge (da Música) me enviou via email.
Trata-se de uma peça musical escrita pelo maestro e compositor lituano Mindaugas Piccatis baseada nas notas tocadas de uma forma aleatória por um gato enquanto brincava e se roçava nas teclas de um piano.
Uma performance única de beleza e criatividade!

sábado, 27 de junho de 2009

Michael Jackson – o génio ainda incompreendido

Desculpem mas a violência a que assistimos no vídeo Black Panther, não me parece nada gratuita; não me parece nada violência sequer. Ali, Michael Jackson simboliza a destruição de ideais nazis, de segregação racial e de todas as guerras em geral. Ideais de fanatismo, esses sim violentos e que tantas vezes já todos condenamos. Conheço séries de desenhos animados com verdadeira violência e que continuam a passar diariamente nas programações infantis. Michael Jackson é um génio incompreendido que chegou onde apenas um punhado de Homens se podem orgulhar de ter chegado. E só não foi mais longe, por não ter no seu carácter a força necessária para lutar contra a maledicência de uma de certa classe jornalística sem escrúpulos. Quando andava no liceu, aprendi depressa que o altruísmo era constantemente confundido com imbecilidade e que saber perdoar era lorpice!
Michael Jackson era um ser humano sensível mas demasiado frágil às críticas desonestas e difamatórias. Optou por se fechar na sua concha de silêncio, tal como muitos de nós fazemos quando somos crianças e nos calamos perante um castigo injusto que nos foi imposto por alguém mais forte, privando assim o mundo de assistir a muitos mais momentos geniais de musica, dança e encenações verdadeiramente originais e de talento sem igual. Não foi tanto um desperdício de talento mas antes, talvez, um optar por não dar pérolas a porcos.
Michael Jackson tentou melhorar o mundo em que vivia, debaixo de holofotes devassos, o que é muito mais do que muitos de nós nos podemos orgulhar de fazer nas nossas vidinhas escuras e hipócritas.

Michael Jackson - Earth Song
http://www.youtube.com/watch?v=4FZcAzZOyOg

Michael Jackson - Earth Song

quarta-feira, 13 de maio de 2009

Eduardo Salavisa: desenhador do quotidiano


Tomei contacto com o trabalho de Eduardo Salavisa por intermédio do Deibaidei. "Diários de Viagem" é um belíssimo livro de divulgação dessa forma tão interessante de arte que é o desenho como registo de lugares e quotidianos (bem próximo daquilo que é a minha paixão: a fotografia!). Esta descoberta remeteu-me para um conhecimento fugaz, passado, de inter-rail: uma holandesa que se fazia acompanhar de um bloco de notas, à moda de caderno de campo, e aguarelas. Os lugares ou cenas que lhe despertavam o interesse ficavam rapidamente registados naquelas folhas com uma expressividade singular. Nunca mais esqueci aquela jovem artista, nem a inveja que o seu talento me provocou.


Hoje, cruzei-me com o blog desenhador do quotidiano. Vale a pena guardá-lo nos favoritos!

quarta-feira, 25 de fevereiro de 2009

O beijo da morte


A arte, como o humor, não tem limites nem tabus. Encontrei esta fotografia perdida num dos milhões de blogues que pululam na net. Não estava identificada nem sequer comentada. Acho que é suficientemente controversa e interessante para a divulgar no nosso espaço. Ao contrário do costume decidi, eu próprio, atribuir-lhe um título: O beijo da Morte. Acho que os familiares dos milhões de vítimas do nazismo concordariam com ele.

segunda-feira, 16 de fevereiro de 2009

Pinturas de luz






Light Grafitti é uma nova tendência da arte de rua que combina a fotografia com fontes de luz artificial.
As imagens são desenhadas pelos artistas com recurso a lanternas e lâmpadas néon. O efeito é registado numa câmara fotográfica fixa num tripé. As exposições utilizadas podem variar entre 10 segundos e 1 hora. A substituição das latas de spray pelas lanternas permite criar um belo efeito tridimensional. Os cenários são também mais diversos que os dos comuns graffitis não se limitando aos muros e paredes. A imaginação não tem limites!