"São rosas, senhor, são rosas".
São poemas nas minhas mãos.
São pequeninos suspiros nos meus lábios.
São murmúrios de um qualquer regato perto.
"São rosas, senhor, são rosas".
São sorrisos solares.
É o meu corpo deitado na relva
a respirar devagar o aroma da manhã.
E lá longe... "são rosas, senhor..."
A voz de uma mulher,
as mãos estendidas,
as palmas brancas, o rosto suave.
E no regaço, rosas.
Rosas perfumadas.
E lá longe... "senhor... são rosas..."
A doçura, a candura, uma mulher,
um sonho, uma lenda, uma voz.
São rosas. São flores, são amores,
são desamores e crianças perdidas.
São delírios da minha mente cansada,
são tuas mãos nos meus seios,
quedas, as pálpebras fechadas
enquanto me sussurras ao ouvido...
"são rosas... amor... são rosas"
Publicado por Fairy Morgaine, algures na blogosfera em 28 de Outubro de 2004
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terça-feira, 28 de setembro de 2010
domingo, 3 de janeiro de 2010
domingo, 28 de junho de 2009
Ganhar e Perder
A Taberna Boavista está perdida.
Momentos de glória aproximam-se.
Tal como na vida, os momentos menos bons alavancam os momento menos maus e estes os excelentes e fugazes que seguirão.
Momentos de glória aproximam-se.
Tal como na vida, os momentos menos bons alavancam os momento menos maus e estes os excelentes e fugazes que seguirão.
segunda-feira, 23 de fevereiro de 2009
Obama afinal afina pelo mesmo...
Obama, incensado até mais não, príncipe da esperança, afinal cede como os outros: prepara-se (as críticas são tantas que é capaz de recuar) para nomear embaixador em Londres o seu angariador de fundos. E que angariador de massas. Compensação, está visto. «Quoque tu...».
É por estas e por outras idênticas, que cada vez me afasto mais das figuras redentoras e messiânicas. «Vade retro...»
É por estas e por outras idênticas, que cada vez me afasto mais das figuras redentoras e messiânicas. «Vade retro...»
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