terça-feira, 5 de outubro de 2010

Viva a República!


Prefiro um Presidente da República desinteressante, pouco eloquente, nada inspirador, nada motivador, cheio de tabus e que se cospe todo a comer bolo-rei PORQUE PASSADOS 5 ANOS SEMPRE POSSO CORRER COM ELE, a um rei tosco, tacanho e ignorante (houve tantos ao longo da história...) e QUE TERIA DE ATURAR só porque lhe corre nas veias o famigerado sangue azul (?) e esperar que, por algum milagre da natureza, o dito conseguisse procriar um produto menos mau para nos representar.

10 comentários:

Hagarra disse...

Apoiado! Concordo plenamente! E nem é preciso pensar em termos "ao longo da história...) Só de pensar na monarquia inglesa dá-me vómitos. Mas... bem... o nosso "reizinho" até nem é tosco, tacanho e seboso... até é simpático, vá...

Anónimo disse...

Concordo em absoluto!…
Não acho que um qualquer mentecapto deva ter direito a todas as mordomias e mais algumas (pagas por todos nós!) apenas porque... literalmente...nasceu em berço de ouro...

Marial

Anónimo disse...

A propósito do nosso “Rei”… posso contar aqui uma anedota??

O filho primogénito do nosso Rei, um dia chega a casa e diz:
- Oh pai, oh pai… na escola chamaram-me gay!
Ao que o pai responde:
- Não filhote, tu és “pinguese”… “Guei” sou eu!!!...

(bom... tá bom... é fraquinha...eu sei! Mas vinha a propósito... :-))

Marial

F disse...

subscrevo

Hagarra disse...

Ah ah ah ah! Oh, mas digam lá se o nosso "Gueizinho" não é mais amogoso que o peguesidente... e a Isabelinha, uma jóia de senhoga... Um viva guepublicano paga a monaguequia! VIVA!

F disse...

Oh Hagagaky, deves estague pigulas com cegueteza!

Hagarra disse...

Ah ah ah ah!... guealmente...!

Kmett N’Ojo disse...

A anedota é boa Marial... fraquinha é a publicação! É que não sei escolher entre duas coisas que me são apresentadas como más a não ser que seja para dar a escolher ao diabo.

Marial disse...

Precisamente, Kmett N´Ojo:
Por ambas as descrições serem más é que é preferível a primeira opção!
No primeiro caso, ainda podemos manter a esperança (alguns podem chamar-lhe ilusão!...) de ao fim de 5 anos ser possível alterar o estado das coisas…
Na segunda hipótese, teríamos que aguenta-la durante toda a vida…

Kmett N’Ojo disse...

Touché!