domingo, 9 de novembro de 2008
Próximo encontro (Proposta)
Mata do Mezio (Soajo)
Sabias que...
A fruta é o alimento mais perfeito?Gasta uma quantidade mínima de energia para ser digerida e dá ao seu corpo o máximo retorno. O único alimento que faz o seu cérebro trabalhar é a glicose e a fruta é principalmente frutose (que é facilmente transformada em glicose). Mas a maioria das pessoas não sabe como comer fruta de forma a permitir que o corpo use os seus nutrientes com a máxima eficiência.
Deve comer-se fruta sempre com o estômago vazio. Porquê? A razão é que a fruta não é, em princípio, digerida no estômago: é digerida no intestino delgado.
A fruta passa rapidamente pelo estômago, indo de seguida para o intestino, onde liberta os seus açúcares. Mas se houver carne, batatas ou amidos no estômago, a fruta fica “presa” e começa a fermentar.
A melhor espécie de fruta é a fresca ou o sumo feito na altura de beber. Não se deve beber sumo de lata ou de recipientes de vidro. Porque? Porque a maioria das vezes o sumo é aquecido no processo pelo qual passa e a sua estrutura torna-se ácida.
Compre uma centrifugadora. Pode ingerir o sumo extraído da centrifugadora como se fosse a fruta, com o estômago vazio. E o sumo é digerido tão depressa que pode comer uma refeição quinze ou vinte minutos mais tarde.
Os dermatologistas recomendam a ingestão de alimentos ricos em vitamina C como meio eficaz de evitar as rugas, dado que esta vitamina tem um papel muito importante na formação de colageneo – a estrutura responsável pela arquitectura da pele – e na integridade da parede dos vasos sanguíneos. O ácido elágico é outra substância pouco conhecida, presente nos frutos vermelhos como o morango e a framboesa, com alto poder antioxidante, ajudando a manter a pele bonita e saudável. Alguns médicos defendem que a fruta é mesmo o melhor alimento para nos protegermos contra doenças do coração porque contem bioflavinóides, que evitam que o sangue se torne espesso e obstrua as artérias. Também fortalecem os vasos capilares e vasos capilares fracos podem dar origem a hemorragias internas e ataques cardíacos.
Comam fruta. Mais fruta!
Sitiografia*: http://www.senado.gov.br/sf/senado/portaldoservidor/jornal/jornal88/nutricao_frutas.aspx
http://oglobo.globo.com/vivermelhor/mulher/mat/2008/08/09/frutas_legumes_que_sao_essenciais_para_prevenir_envelhecimento_precoce-547662971.asp
* Inventado por mim. Perdoem o atrevimento!
sexta-feira, 7 de novembro de 2008
Ol' blue eyes... só para mim
Aqui vai um dos meus close encounters:
Em Maio de 92, salvo erro, Frank Sinatra veio ao Porto pela única vez. E como fã número 1,5 não podia perder o concerto. Como estava no jornal, tentei a borla e lá fui porque não sei quem me metia lá dentro. Era no demolido Estádio das Antas e lembro-me que estava frescote.
Dirigi-me à porta combinada, mas o matreco que me devia facilitar a entrada não estava lá. Fiquei ali nas imediações de mãos nos bolsos à espera do tipo (era na pré-história e não havia telemóveis, tinha de haver paciência) e entretanto caiu a noite.
Cerca das nove horas, estava eu ali a secar, passa por mim uma limousine daquelas de 9 lugares, tipo Mercedes todo preto e vidros escuros. Pensei: aí vai mais um VIP. Sortalhão. Passou para baixo e segundos depois tornou para cima.
Pára junto a mim e um dos vidros traseiros baixa-se e fico totalmente boquiaberto, quando o Frank, esse mesmo, o The Voice, olha fixamente para mim, e só podia ser para mim porque eu era o único que ali estava, - e eu continuava de boca aberta - esboça um sorriso e ligeiro aceno de cabeça e volta lentamente a subir o vidro escuro. Foram três ou quatro segundos, suspensos no tempo. E eu de boca aberta ainda... Lembro-me que me passou o frio. Vi depois que o motorista não sabia por onde era a entrada do artista. E continuou a circundar o Estádio. E eu ainda nem estava refeito daquele momento providencial. Fiquei largos minutos a matutar naquilo. O que representava? Porquê eu? Que poderia significar aquilo. Foi o destino. Ou melhor, é a vida. Ou melhor ainda, That's life:
Depois, foi o concerto onde fiquei na mesa ao lado da da Amália... mas isso já é outra história...
Uma nova perestroika?
Com Obama, poderemos assistir a uma nova revolução nos EUA. Aliás, essa revolução está já em curso. É histórico o momento em que o povo americano elege um presidente de cor. O seu significado é verdadeiramente profundo e abre uma janela de esperança ao mundo. À arrogância, ao conservadorismo, militarismo, ou fanatismo religioso, esta nova liderança responde com abertura e diálogo, com preocupações sociais e respeito pela justiça internacional. E o mais importante é que, numa das eleições mais participadas da história americana, o povo escolheu este como o seu caminho.
Nunca umas eleições americanas foram acompanhadas tão atentamente pelo mundo. Nunca a escolha de um presidente americano reuniu um consenso internacional tão alargado. Quando se associa a esperança a Obama, não se está necessariamente a ver no novo presidente um messias. Está-se simplesmente a constatar o facto de que talvez nunca tenham existido condições tão favoráveis para a implementação das mudanças necessárias, quer no relacionamento entre os países, quer no reajuste das políticas económicas mundiais.
Será que conseguirá Obama responder às normes expectativas geradas à sua volta? A esta questão, poderemos contrapor uma outra: até que ponto nós, cidadão do mundo, conseguiremos agarrar a oportunidade de levarmos a humanidade a um patamar superior?
Esperemos que este sonho (porque sonhar é preciso!) não termine com um novo pesadelo gerado pelo seu assassinato.
quinta-feira, 6 de novembro de 2008
Quem organiza?
Onde?
Leitão?
Shuiff, shuiff.
Que cheirinho.
Amanhã, Bela Cruz, Festa Geração Vinil
Aceitam-se inscrições...
Contador de visitas
Tulius, queres dar uma vista de olhos aqui ? Há uma versão livre e uma outra de experiência.
Sinceramente, gosto do nosso blog assim, sóbrio, sem muitos enfeites mas um contador era capaz de ser interessante.
Manifestação dos professores
- Associação da avaliação ao sucesso dos alunos e ao abandono escolar. No primeiro caso existe o grave risco dos resultados dos alunos deixarem de corresponder efectivamente às suas aprendizagens (consequências catastróficas!). No segundo, trata-se de uma injustiça, já que a influência dos professores é, na maioria destes casos, rigorosamente nula.
- Modelo de avaliação extremamente complexo e praticamente impossível de levar à prática de uma forma séria.
- Acréscimo significativo de trabalho burocrático para os professores. Quando o seu esforço deveria estar centrado, não no preenchimento de infindáveis papeis e grelhas, mas na preparação adequada das aulas e na formação que, dadas as exigências da profissão, deve ser permanente.
Apesar destas razões, com as quais concordo em absoluto, não vou à manifestação porque:
- Os seus objectivos são difusos. Não houve rotura de negociações sindicatos/governo (embora nada de substancial tivesse mudado até ao momento, muito por culpa da incompetência dos sindicatos).
- Não houve o cuidado de se salientar junto da opinião pública que o que está em causa não é a avaliação propriamente dita, mas o modelo imposto pelo Ministério.
quarta-feira, 5 de novembro de 2008
Yma Sumac
Hope
"Ter esperança é não aceitar que exista uma natureza humana. Ou melhor, é não aceitar que o homem possa ser reduzido àquilo que ele é ou foi até hoje. É acreditar que para além da realidade empírica também existe uma realidade possível, que não se esgota no presente. A origem da ideia de possibilidade, de futuro, que fundamenta a esperança, é religiosa, e foi secularizada e apropriada politicamente pela esquerda. Mas o acreditar da esquerda não é uma passividade religiosa, que espera a graça de Deus. Nem consiste numa alienação da nossa responsabilidade colectiva perante o mundo em que vivemos. Aqueles que olham para os 'Hope' e 'Change' de Obama e só vêem messianismo religioso, não percebem que essas palavras não são rótulos nem artifícios retóricos encantatórios. Elas articulam um projecto político progressista e não fazem qualquer sentido quando abstraídas do conteúdo desse projecto.
Permitam-me este salto: Quando Louçã diz que Obama não é de esquerda, ele revela sobretudo o arcaísmo ideológico e o lado caduco da esquerda que ele representa".
