O Rock e o Jazz. Keith Emerson e Oscar Peterson. É possível vê-los juntos? Quando se navega no tube quase tudo é possível!
Aí está um encontro muito improvável mas que de facto aconteceu. Este é para ti, Vital!
Só mais uma palavrinha para dizer o seguinte: um ritmo electrizante, o do Emerson; mas quando entra o Oscar... que som! Que elegância!..
quarta-feira, 29 de abril de 2009
Não resisto a postar esta imagem
terça-feira, 28 de abril de 2009
B Flat: para fechar a noite com chave de ouro
A última tertúlia do pessoal do monami terminou da melhor maneira no.... B-Flat. O espaço é verdadeiramente singular: madeira, metal e vidro constituem uma combinação perfeita. As paredes têm texturas, os tectos são altos, muito altos, em "v", quais cascos de barcos, onde se cruzam traves. O palco, a um canto, e vidro por trás com vistas para a água, a iluminação cuidada, fazem deste espaço um dos bares mais conseguidos onde jamais estive. Quanto ao ambiente... magnífico! Fomos lá encontrar os nossos amigos músicos, de longa data, os irmãos Paulo Barros e Luís Barros. Ouvimos umas belas interpretações de Blues com solos de guitarra do melhor nível. O vocalista acompanhou bem os irmãos num registo à moda do Joe Cocker.
Ao longo da noite ainda deu para cantar os parabéns ao Laginha (Lol!) e trocar umas ideias com o vocalista dos Moonspell (que não é assim tão quadradão quanto a sua música...).
Gand'a noite!
Por falar em Joe Cocker... esta conversa abriu-me o apetite!
Ao longo da noite ainda deu para cantar os parabéns ao Laginha (Lol!) e trocar umas ideias com o vocalista dos Moonspell (que não é assim tão quadradão quanto a sua música...).
Gand'a noite!
Por falar em Joe Cocker... esta conversa abriu-me o apetite!
A crise segundo Einstein

"Não pretendemos que as coisas mudem, se sempre fazemos o mesmo. A crise é a melhor bênção que pode ocorrer com as pessoas e países, porque a crise traz progressos. A criatividade nasce da angústia, como o dia nasce da noite escura. É na crise que nascem as invenções, os descobrimentos e as grandes estratégias. Quem supera a crise, supera a si mesmo sem ficar "superado".
Quem atribui à crise seus fracassos e penúrias, violenta seu próprio talento e respeita mais aos problemas do que às soluções. A verdadeira crise, é a crise da incompetência. O inconveniente das pessoas e dos países é a esperança de encontrar as saídas e soluções fáceis. Sem crise não há desafios, sem desafios, a vida é uma rotina, uma lenta agonia. Sem crise não há mérito. É na crise que se aflora o melhor de cada um. Falar de crise é promovê-la, e calar-se sobre ela é exaltar o conformismo. Em vez disso, trabalhemos duro. Acabemos de uma vez com a única crise ameaçadora, que é a tragédia de não querer lutar para superá-la."
Einstein
Woody Allen: ainda e sempre!
Há 30 anos, o mundo conhecia uma das obra-primas de Woody Allen: "Manhattan". Uma belíssima homenagem a Nova Iorque, feita através da sublime fotografia a preto-e-branco, de Gordon Willis, e acompanhada da música de George Gershwin. Inesquecível.
segunda-feira, 27 de abril de 2009
O 25 de Abril e a liberdade: uma história já antiga...
No dia 25 de Abril de 1792, o oficial militar e compositor Claude-Joseph Rouget de Lisle escrevia a letra e a música do hino nacional francês. "A Marselhesa", título pelo qual ficou conhecido o hino da pátria gaulesa, é uma dos mais belas e patrióticas composições em louvor da liberdade, da igualdade e da fraternidade (como ficou conhecida a trilogia de valores da Revolução Francesa).
Aqui fica a Marselhesa interpretada num momento único do cinema:
Aqui fica a Marselhesa interpretada num momento único do cinema:
domingo, 26 de abril de 2009
Fascinante vida!..
A vida é fascinante, mesmo quando se manifesta nos (através dos) seres mais simples:
Drifters of the deep from Eugenia Loli-Queru on Vimeo.
Drifters of the deep from Eugenia Loli-Queru on Vimeo.
Queres uma pasteleira ?
Aqui fica a sugestão para quem quer começar a pensar na hipótese de ser um orgulhoso dono de uma pasteleira, e a fazer parte dos utilizadores diários de bicicleta.
Sinais da crise 2
Os sinais estão por todo o lado





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E agora algo completamente diferente:
AVISO ÀS PESSOAS SENSÍVEIS E COM UMA EDUCAÇÃO MAIS CONVENCIONAL:
ACONSELHO A NÃO VER AS IMAGENS QUE SE SEGUEM

















E agora algo completamente diferente:
AVISO ÀS PESSOAS SENSÍVEIS E COM UMA EDUCAÇÃO MAIS CONVENCIONAL:
ACONSELHO A NÃO VER AS IMAGENS QUE SE SEGUEM








sábado, 25 de abril de 2009
35 anos depois, ainda os cravos...
Onde é que estavas no 25 do A?
Esta é a pergunta que circula por toda a net. Onde estavas, sim, onde estavas no 25 de Abril? Se é que já estavas...
Todos devem responder.
Eu começo: estava no Ambrizete (Norte de Angola), a dar passeios pela noite dentro, porque o calor era tanto que não deixava ninguém dormir. Então as pessoas saíam de casa e faziam piscinas à volta do quarteirão e cumprimentavam-se todas as vezes que se cruzavam. De dentro das casas vinha o som da rádio a transmitir canções revolucionárias. Lembro-me que das conversas o que sobrava era incerteza. Incerteza sobre tudo e todos. Incerteza sobre o futuro. Que lhe veio a dar razão.
Mas estou convencido que o 25 só terá chegado a 27 ou 28, porque lá tudo era assim, chegava depois, mais tarde, mais devagar, aparentemente sem tanta importância.
Todos devem responder.
Eu começo: estava no Ambrizete (Norte de Angola), a dar passeios pela noite dentro, porque o calor era tanto que não deixava ninguém dormir. Então as pessoas saíam de casa e faziam piscinas à volta do quarteirão e cumprimentavam-se todas as vezes que se cruzavam. De dentro das casas vinha o som da rádio a transmitir canções revolucionárias. Lembro-me que das conversas o que sobrava era incerteza. Incerteza sobre tudo e todos. Incerteza sobre o futuro. Que lhe veio a dar razão.
Mas estou convencido que o 25 só terá chegado a 27 ou 28, porque lá tudo era assim, chegava depois, mais tarde, mais devagar, aparentemente sem tanta importância.
Viva as pasteleiras!

Dei uma volta na pasteleira do Labrosca e... que conforto! Que classe! Estou completamente rendido a estes objectos de charme!...
Labrosca, não te esqueças de nós, arranja-nos uma igual à tua!
As mãos
Imagem daquiCom mãos se faz a paz se faz a guerra.
Com mãos tudo se faz e se desfaz.
Com mãos se faz o poema – e são de terra.
Com mãos se faz a guerra – e são a paz.
Com mãos se rasga o mar. Com mãos se lavra.
Não são de pedras estas casas mas
de mãos. E estão no fruto e na palavra
as mãos que são o canto e são as armas.
E cravam-se no Tempo como farpas
as mãos que vês nas coisas transformadas.
Folhas que vão no vento: verdes harpas.
De mãos é cada flor cada cidade.
Ninguém pode vencer estas espadas:
nas tuas mãos começa a liberdade.
Manuel Alegre
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