quarta-feira, 1 de abril de 2009

Duas obras maiores da humanidade:

Procura-se música para publicar no blogue. Alguma agrada, mas...
Procura-se mais um pouco. Outra também é boa: vai para os favoritos.
A busca continua... até ouvirmos Bach. Aí, não precisamos de procurar mais. Chegamos ao nosso destino, encontramos a perfeição.




Concerto for 2 violins & strings in D minor (Double), BWV 1043: 1st Movement: Vivace - Johann Sebastian Bach

Para acompanhar a música decidi escolher esta fotografia. É uma das minhas preferidas! Three Boys at Lake Tanganyika (1929) foi tirada pelo fotógrafo húngaro, Martin Munkacsi, um dos precursores da fotografia moderna. A propósito desta imagem Cartier Bresson afirmou: «I suddenly understood that photography can fix eternity in a moment. It is the only photo that influenced me. There is such intensity in this image, such spontaneity, such joie de vivre, such miraculousness, that even today it still bowls me over


Imagem e música complementam-se bem. Ambas traduzem frescura, beleza, os momentos bons da vida. Duas obras que nos fazem orgulhar de sermos humanos.

terça-feira, 31 de março de 2009

FLUX



Quanta perdida voz cantou também
Nos séculos perdidos que hoje são
Uma memória irreal do coração!
Quanta voz viva, hoje de ninguém

Outros são os caminhos e as razões
Outra a vontade que os fará seus.
Outros os montes
E os solenes céus

Fernando Pessoa

Onde estavas tu no 25 de Abril ?

Eu sei

A crise não é o fim do mundo

As aventuras de um Italiano em Malta...

Talvez não seja novidade, mas acho tanta piada que não resisto a publicar!..

Humor negro...


Carlos do Carmo: um homem na cidade

Agarro a madrugada
Como se fosse uma criança
Uma roseira entrelaçada
Uma videira de esperança
Tal qual o corpo da cidade
Que manhã cedo ensaia a dança
De quem por força da vontade
De trabalhar nunca se cansa
Vou pela rua desta lua
Que no meu Tejo acendo cedo
Vou por Lisboa a maré nua
Que desagua no Rossio
Eu sou um homen na cidade
Que manhã cedo acorda e canta
E por amar a liberdade
Com a cidade se levanta
Vou pela estrada deslumbrada
Da lua cheia de Lisboa
Até que a lua apaixonada
Cresça na vela da canoa
Sou a gaivota que derrota
Pelo mau tempo no mar alto
Eu sou um homem que transporta
A maré povo em sobressalto
E quando agarro a madrugada
Colho a manhã como uma flor
À beira mágoa a desfolhada
Um malmequer azul na cor
O malmequer da liberdade
Que bem me quer como ninguém
O malmequer desta cidade
Que me quer bem que me quer bem
As minhas mãos a madrugada
Abriu a flor de Abril também
A flor sem medo perfumada
Com o aroma que o mar tem
Flor de Lisboa bem amada
Que mal me quis
Que me quer bem

segunda-feira, 30 de março de 2009

Carlos do Carmo: Um homem na cidade

Um momento único em qualquer época, em qualquer parte do mundo...

Jonathan Livingston Seagull: o filme da minha adolescência

Talvez nenhum filme me marcasse tanto como este. Vi-o com dezasseis anos na companhia do Hagarra e do Deibaidei. Um filme cujos únicos protagonistas eram gaivotas causou em mim algum cepticismo, no entanto...

Jonathan é uma gaivota que questiona o seu lugar no mundo. Que procura o rumo da sua existência. Eu, em plena adolescência - essa magnífica fase das nossas vidas em que de repente nos apercebemos que temos uma vida inteira à nossa frente e começamos a pensar o que realmente queremos fazer com ela -, senti-me planar juntamente com o protagonista sobre as questões mais mundanas que ocupavam os que me rodeavam. Senti em mim aquele impulso, aquele golpe-de-asa, que me despertou para as questões verdadeiramente essenciais.

Anos mais tarde li o livro de Richard Bach. Foi uma desilusão. Ainda hoje me questiono se o filme é realmente tão superior ao livro, ou se simplesmente me apanhou numa fase ainda inocente da vida. Mas que foi determinante, isso não tenho dúvidas.



domingo, 29 de março de 2009

Efeitos positivos do aquecimento global...


Taberna dos Barqueiros: small is beautiful!


A imagem é daqui


O monami6f esteve lá e.... gostou!

Um espaço pequeno e aconchegado onde nos sentimos em casa. A comida é do melhor que há (mesmo tendo em conta a nossa vasta experiência na matéria...)! Pratos típicos, servidos em simpáticos tachinhos e frigideiras a intervalos regulares (num timing perfeito!).
Comemos: bucho, pataniscas, polvo (mais tenro é impossível!), moelas, orelha, rojões e tripas enfarinhadas, carapauzinhos, pimentos padron (um must!), e fígado de cebolada. No final, os mais corajosos (leia-se gulosos) ainda atacaram umas papas de sarrabulho e morangos com chantilli!
Tudo belissimamente confeccionado pela simpática Isabel (uma jovem da nossa idade) e acompanhado por vinhos que percorreram quase todas as regiões portuguesas demarcadas....
Tudo isto pela incrível quantia de 10 euros!!! Como é possível?

Parece-me que no próximo mês estamos todos condenados a fazer umas piscinas extra sob pena de deixarmos de caber nas calças!...

Um verdadeiro pequeno paraíso gastronómico, esta Taberna dos Barqueiros mesmo em frente à Alfândega do Porto!

sábado, 28 de março de 2009

... e o futuro é já dentro de momentos.



... e o futuro é já dentro de momentos.
Eu penso que a tecnologia não só surpreende cada cidadão deste mundo a uma velocidade vertiginosa, mas também os seus próprios criadores ficam já surpreendidos com a sua evolução.
Até onde?

quinta-feira, 26 de março de 2009

Estava cá a ver...

É verdade. Estava cá a ver o que é que iria publicar e não é que me vem isto à cabeça?! Vou explicar por que gosto: gosto do títalo. Gosto do ar levemente country. Gosto da voz nasalada do Davidzinho. Gosto do falsete marado. Gosto do crescendo em innuendo. Em sendo. Gosto da repetição. Gosto por ser verdade. Perceberam?
Aqui está:

Amanhã é dia de cimeira monami

Imagem daqui


Já que ninguém apresentou sugestões avanço eu: amanhã, pelas 20.30 horas. encontro no Cubo da Ribeira. Passem a mensagem aos mais distraídos! E já agora façam aqui a vossa inscrição!!!