As filmagens foram realizadas em apenas 15 dias. Cada minuto de filme equivale a um minuto no "tempo do filme". A distância temporal entre este e o primeiro filme, Before Sunrise, 9 anos, corresponde efectivamente ao tempo em que os personagens não se vêem. O argumento foi escrito em parceria pelo realizador e pelos dois actores do filme. A própria música foi escrita pela actriz que a interpreta.
Um filme diferente.Único. Um dos filmes da minha vida!
sábado, 9 de maio de 2009
O dia em que os franceses conquistaram o Porto
Cerca de quatrocentas pessoas, trajadas e armadas como há duzentos anos, juntaram-se hoje no Porto, na Rotunda da Boavista, para assinalar a segunda invasão francesa. Prestaram homenagem aos que, então, morreram em combate. Para além dos figurantes portugueses vieram também delegações da Holanda, da Bélgica, da Alemanha, de Espanha e do Reino Unido representativas das associações napoleónicas locais, vestidas como em 1809 e demonstrando que aqueles que se combatiam há duzentos anos são hoje apenas europeus que vivem em paz. A encenação prolongou-se até à Ribeira com a expulsão das tropas do exército napoleónico.
quinta-feira, 7 de maio de 2009
Signs
Ainda na onda das curtas aqui vai mais uma história bem contada.
Seja na América, na Europa ou na Ásia, no fundo somos todos iguais...
Seja na América, na Europa ou na Ásia, no fundo somos todos iguais...
quarta-feira, 6 de maio de 2009
MANKIND IS NO ISLAND
O Tropfest é o maior festival de curtas metragens do mundo. O vencedor de 2008 foi este "Mankind Is No Island" totalmente filmado com um telemóvel em Sidney e NY por Jason van Genderen. O seu orçamento foi de cerca de 30 euros. Não há tecnologia que se compare com a imaginação e a criatividade...
terça-feira, 5 de maio de 2009
Reserva Botânica do Cambarinho
Andando por terras do Caramulo não podia deixar de ir visitar a Reserva Botânica do Cambarinho. Todos os anos, entre meados de Abril e princípios de Junho, este espaço é palco de um exuberante espectáculo de cor, com os loendros floridos a serpentearem linhas de água ao longo de 24 hectares.
Loendro é o nome popular que nesta região se adoptou. O nome científico é Rhododendron ponticum, subespécie baeticum. Trata-se de uma das raras espécies sobreviventes da flora do período geológico do Terciário (há mais de dois milhões de anos) desaparecida com as glaciações. É em Cambarinho que se situa a maior concentração de plantas desta espécie no nosso país, havendo outras mais pequenas em Monchique (Algarve) e Odemira (Alentejo).
Aqui estão algumas imagens para abrir o apetite. Vale a pena lá ir!



Loendro é o nome popular que nesta região se adoptou. O nome científico é Rhododendron ponticum, subespécie baeticum. Trata-se de uma das raras espécies sobreviventes da flora do período geológico do Terciário (há mais de dois milhões de anos) desaparecida com as glaciações. É em Cambarinho que se situa a maior concentração de plantas desta espécie no nosso país, havendo outras mais pequenas em Monchique (Algarve) e Odemira (Alentejo).
Aqui estão algumas imagens para abrir o apetite. Vale a pena lá ir!




segunda-feira, 4 de maio de 2009
Fotografar entre fantasmas
Espicaçado pela curiosidade e pelo “olho fotográfico” da NF fui visitar um Sanatório abandonado no Caramulo. Devo dizer que aquele espaço me causou algum mal-estar. A todo o momento imaginava as pessoas que outrora o percorreram carregando consigo as angústias de se saberem vítimas de uma doença tantas vezes assassina. Quantas vidas terão sido destroçadas dentro daquelas paredes!.. Quantas ilusões e futuros por concretizar, por usufruir… quantas solidões…
Cenário estranho, vazio e frio. Demorei algum tempo a acostumar o meu olhar a tamanha desolação. No entanto, o formigueiro no dedo acabou por surgir: disparar a máquina e fixar estas sensações que me acompanharam durante a visita. Desafio conseguido?




Cenário estranho, vazio e frio. Demorei algum tempo a acostumar o meu olhar a tamanha desolação. No entanto, o formigueiro no dedo acabou por surgir: disparar a máquina e fixar estas sensações que me acompanharam durante a visita. Desafio conseguido?





KONIEC
Lembram-se deste senhor?
Era aquele que aos sábados passava desenhos animados "esquisitos", vindos do leste. Alguns bastante imaginativos, mesmo que com parcos recursos.
Foi-se embora hoje.
Ficou-me sempre na memória, pelo menos, a palavra polaca(?) para fim - koniec.
Era aquele que aos sábados passava desenhos animados "esquisitos", vindos do leste. Alguns bastante imaginativos, mesmo que com parcos recursos.
Foi-se embora hoje.
Ficou-me sempre na memória, pelo menos, a palavra polaca(?) para fim - koniec.
sábado, 2 de maio de 2009
... depois entranha-se
Aqui vai uma musiquinha que me foi dada a conhecer pelo júnior. Primeiro achei-a assim interessante. Mas o diabo da música entranhou-se de tal maneira que já a ouvi uma data de vezes...
A democracia tem destas coisas...

Ontem, passei o 1º de Maio no "ninho do Salazar". Coincidências da vida... (tal como diria o Presidente da Câmara de Sta. Comba Dão!..). Hoje, fui visitar o Museu do Caramulo. Passadas duas ou três salas deparei-me com o retrato do ditador. Confesso que fez-me um bocado de confusão: ali estava à minha frente o homem que foi responsável pela prisão do meu avô (somente por pensar diferente...), por ter deixado o nosso país num estado de ignorância e de atraso cultural e económico, e por ter iniciado uma guerra sem sentido contra os movimentos independentistas africanos nas ex-colónias. Ali estava ele, altivo, com um espaço e uma visibilidade que, na minha opinião, são um insulto aos milhares de pessoas vítimas do seu regime ditatorial. Que deram o melhor das suas vidas a lutar contra tudo o que ele representou.
Será que tudo é aceitável em democracia?
Grandioso! É mesmo grandioso um regime que tolera no seu próprio seio manifestações de visibilidade mesmo aos seus inimigos! Confesso que me custa engolir, mas... enfim!.. aceito esta lição.
sexta-feira, 1 de maio de 2009
Maio, maduro Maio
Maio maduro maio
Maio maduro Maio
Quem te pintou
Quem te quebrou o encanto
Nunca te amou
Raiava o Sol já no Sul
E uma falua vinha
Lá de Istambul
Sempre depois da sesta
Chamando as flores
Era o dia da festa
Maio de amores
Era o dia de cantar
E uma falua andava
Ao longe a varar
Maio com meu amigo
Quem dera já
Sempre depois do trigo
Se cantará
Qu'importa a fúria do mar
Que a voz não te esmoreça
Vamos lutar
Numa rua comprida
El-rei pastor
Vende o soro da vida
Que mata a dor
Venham ver, Maio nasceu
Que a voz não te esmoreça
A turba rompeu
José Afonso
Assim começa Maio
Um abraço a todos os trabalhadores do mundo, em especial aos que se esforçam até ao limite e que nada recebem em troca.
Lembro as palavras do grande homem da Cruz Vermelha Internacional:
"O trabalho que nos ocupa é universal, deve interessar cada ser humano"
Lembro as palavras do grande homem da Cruz Vermelha Internacional:
"O trabalho que nos ocupa é universal, deve interessar cada ser humano"
Subscrever:
Mensagens (Atom)