Estudava (?) eu em Lisboa, à distância de uma eternidade, mas ainda me lembro de (ou)ver o Jorge Palma a tocar viola no metro e a cantar como ninguém. Na minha jovem inexperiência, experimentava uma sensação de pena pela sua indigência e frágil esperança no futuro, mal imaginava(mos)as vielas e avenidas que se abrem no nosso percurso.
Jorge Palma é uma pessoa de muitas experiências, que se traduzem na sua música sentida, nas suas letras amargas e profundas. Tenho orgulho do seu sucesso.
Bravo Labrosca! É disto que eu gosto!
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